Com as mudanças nas mídias da AEPET fizemos uma pesquisa junto às pessoas que acessam os meios de comunicação da associação (AEPET DIRETO e AEPET Notícias). Os dados do levantamento mostram que mais de 90% do total de pesquisados leem o AEPET Direto e o AEPET Notícias. Deste total 72% tem mais de 50 anos de idade e 33% são sócios da AEPET há mais 20 anos. Poucos procuram ter acesso ao facebook no universo pesquisado ou mais de 90% não tem interesse neste tipo de midia social. A maior parte dos que acessam os meios de comunicação da AEPET o fazem através do computador (61%), sendo que 22,5% usam o celular para acessar a internet. Os assuntos de maior interesse dos usuários das midias da AEPET são: política energética, política econômica, pesquisas e política ambiental. Com a implementação de um novo Portal da AEPET gostariamos de saber dos leitores as suas opiniões sobre as novas ferramentas de comunicação que tentarão dar uma melhor qualidade ao que é produzido pela AEPET. O leitor Adão Eduardo de Miranda Sá deu um depoimento sobre a sua expectativa desta iniciativa da AEPET: “O ideal é que se acredite que tudo pode mudar e que o desenvolvimento possa ser continuado e honesto tendo-se como conceitos que “política” é uma sistemática de meios transparentes para que todos tenham qualidade de vida e iguais oportunidades de desenvolvimento. E que a “politização” de nosso povo seja a força necessária para a erradicação das irmandades seculares que nos exploram, da corrupção que implantaram no Brasil, abriando caminho para populares diretas onde o nosso povo diga o que quer e o que não quer para o nosso futuro. Se um novo site se enquadrar nestes fundamentos e deixar de alimentar a continuidade da corrupção com ondas de reclamações e denuncias que só enganam mais ainda o povo brasileiro, que tenham sorte, porem, se faltar a coragem de ir as ruas e deixar claro que o papel que devem desempenhar é de libertar nosso povo e nossa nação desta corja de “irmãos” que relegam o nosso povo para proteger suas irmandades e enriquecê-las às custas de muitas vidas ceifadas pela falta dos recursos, que se enterrem em sua podridão!”; Concluiu.