Alta dos combustíveis acontecerá ainda em 2013
Em meio à forte pressão decorrente da desvalorização do real sobre o caixa da Petrobrás o governo federal deve elevar os preços da gasolina e do diesel ainda em 2013, de acordo com informações do jornal O Estado de S. Paulo. O reajuste deve ficar na casa de um dígito, mas ainda não foi definido o momento para que ocorresse o ajuste.
O aumento dos preços foi o principal tema do encontro entre a presidente Dilma Rousseff e da Petrobrás, Graça Foster, em encontro realizado no Palácio da Alvorada. Participaram também da reunião Gleisi Hoffmann, ministra da Casa Civil, e Fernando Pimentel, do Desenvolvimento.
O reajuste foi solicitado formalmente pela petrolífera ao governo uma vez que, com a escalada do dólar, aumenta-se ainda mais a diferença entre o custo do combustível importado pela companhia e o vendido internamente. A medida, que antes era descartada por causar efeitos indesejáveis à inflação no Brasil, ficou urgente após a cotação do dólar disparar. O reajuste ocorrerá: porém, ficará bem aquém do desejado pela Petrobrás, que era de 15%, destaca a publicação.
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Defasagem no preço da gasolina
A defasagem do preço da gasolina na média do mês de agosto já chega a 25,3% em relação aos preços praticados na região do Golfo do México americano, segundo cálculos do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE). Na quarta-feira, a marca chegou a 28,2% na gasolina e 28% no diesel. A conta foi feita antes da desvalorização cambial de ontem, quando o dólar valeu R$ 2,43.
Curiosamente a diferença atual é parecida com a do fim de março do ano passado, quando o dólar estava próximo de R$ 1,82 e a Petrobrás vendia gasolina e diesel também com desconto de 28%. Naquela ocasião, a distorção era causada pela alta do petróleo no mercado internacional, mais do que o câmbio como é o caso de agora.
O problema está afetando as contas da Petrobrás, pois a alta do dólar elevou a diferença entre os preços de importação e de venda de derivados no Brasil e aumentou a pressão no caixa da companhia, que precisa atender ao aumento do consumo de combustíveis no Brasil. A demanda atual supera a capacidade de produção das refinarias instaladas no país.
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FNP faz primeira reunião com a Petrobrás sobre Acordo Coletivo 2013-2014
Foi realizada nesta quarta-feira, 21 de agosto, a primeira de uma série de reuniões entre FNP e Petrobrás sobre o Acordo Coletivo de Trabalho 2013-2014. As negociações desta primeira rodada, dedicada ao detalhamento e eixos da pauta reivindicatória, seguem até sexta-feira (23/08).
Nesta quarta, com a presença dos cinco sindipetros que formam a FNP e de companheiros das oposições do Norte Fluminense e Unificado São Paulo, foram debatidos temas importantes. Dentre eles, relações sindicais; seleção e movimentação de pessoal; segurança no emprego e terceirização, um dos temas centrais das discussões e cujo combate está na pauta histórica da FNP por meio da cláusula 111.
Na esteira dos debates que envolvem o projeto de lei 4330, que após pressão popular teve sua votação adiada, os dirigentes da FNP denunciaram que a Petrobrás – à revelia de todas as legislações vigentes – já terceiriza algumas funções atribuídas às atividades fins.
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Reunião sobre a Petros em Porto Alegre na 3ª feira (27/08)
O Grupo de Defesa da PETROBRÁS e PETROS – GDP/RS vem, em nome da AEPET – Associação dos Engenheiros da Petrobrás, convidá-lo para participar de reunião com o Conselheiro Deliberativo da PETROS – Paulo Brandão, a realizar-se na sede do SITRAMICO, sita na Trav. Francisco Leonardo Truda, 40/20º.andar – Porto Alegre, dia 27/08 (3ª. feira) às 14:30h.
Nós da AEPET estamos tomando essa iniciativa de trazer o Conselheiro Brandão, por ser a pessoa mais gabaritada para resgatar os nossos desconhecimentos. Precisamos saber com fidelidade a real situação e principalmente os desdobramentos possíveis, bem como os antídotos existentes. A situação é dramática e poderá piorar definitivamente a ponto do nossos patrimônio ser completamente degradado e com isso nossa segurança. Pauta prevista: Situação decorrente de aprovação pela PETROS da Separação de Massas e divisão do Plano PETROS em dois, como será feita, os riscos decorrentes e as providências tomadas e a tomar;Situação do Patrimônio e Investimentos. Aproveite essa oportunidade de receber informações e dialogar com quem nos representa e está vivendo todos esses processos de mudança nos Planos de nossa Fundação. Há riscos para todos e deveremos ficar atentos e informados para tomar mais medidas que nos defendam.
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Leilão de petróleo significa perda de soberania nacional
Por Dalton F. Santos
Já está mais do que claro que leilão de petróleo significa perda de soberania e desinvestimento, sucateamento da Petrobrás. O Resultado é a precarização do trabalho e a privatização do Brasil e da Petrobrás.
Aqueles que detêm a imensa maioria das ações da Petrobrás são os mesmo que são os donos das Big Oil, os banqueiros nacionais e internacionais. Logo, os leilões de petróleo e o desinvestimento da Petrobrás só beneficia o mercado financeiro que vai abocanhar 100% do petróleo do Brasil, no final dessa manobra entreguista.
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As opiniões expressas são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente as posições da AEPET.
COTAÇÃO DO PETRÓLEO
O barril Tipo Brent estava em US$ 109,90 nesta 6ª feira(23/08). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 105,03 o barril. (Oil-Price.Net)
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