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AEPET Direto 24/03/2014

Data da publicação: 24/03/2014

Silvio Sinedino fala ao Faixa Livre sobre a Refinaria de Pasadena

O presidente da AEPET, Silvio Sinedino, concedeu uma entrevista ao Programa Faixa Livre, no dia 20/03, sobre o Caso da Refinaria de Pasadena. Ele disse que como Conselheiro Eleito do Conselho de Administração da Petrobrás, questionou em 2012, a compra da outra metade da Refinaria de Pasadena pela Petrobrás que lesou a empresa em mais de US$ 1 bilhão quando em 2005 foi comprada pela Astra por US$ 42 milhões. “Quando a Petrobrás comprou Pasadena em 2006 visava refinar o óleo pesado nesta unidade, mas depois de desentendimentos entre a estatal brasileira e a empresa belga Astra para a conversão da refinaria para o processamento de óleo pesado. Como da negativa da Astra em converter a unidade nos EUA para processar o óleo pesado a Petrobrás escreveu uma carta para a sua sócia afirmando que iria fazer a mudança na refinaria sozinha, mas a carta foi apresentada aos membros do Conselho de Administração da Petrobrás incompleta;” disse Sinedino.(Fonte: Redação da AEPET)

Trabalhadores da Petrobrás querem apuração da compra de refinaria nos EUA

O presidente da Associação de Engenheiros da Petrobrás, Silvio Sinedino, toma posse no próximo dia 2 como representante dos trabalhadores no Conselho de Administração da estatal. Ele promete se empenhar para que seja apurada a operação que resultou na compra da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos, que deu prejuízo de US$ 1 bilhão à petroleira. É a segunda vez que Sinedino irá representar os trabalhadores no Conselho de Administração. A primeira foi em 2012, quando a estatal concluiu o processo de compra da refinaria.Sinedino lembrou que em 2006, quando a Petrobrás decidiu adquirir a Refinaria de Pasadena com o objetivo de refinar óleo pesado do Campo de Marlim nos Estados Unidos, a empresa belga Astra havia pago, um ano antes, US$ 42 milhões pelo mesmo empreendimento. A estatal brasileira gastou, em 2006, US$ 360 milhões pela compra de metade da refinaria, que processava óleo leve e necessitava de adaptações, para atender à meta estabelecida. “Isso dá uma multiplicação de 18 vezes de rentabilidade em um ano”, observou Sinedino.Silvio Sinedino assegurou que caso o conselho de administração não apure as responsabilidades pela transação, os trabalhadores da Petrobrás recorrerão à Comissão de Valores Mobiliários, que fiscaliza empresas com ações na Bolsa de Valores. Irão também ao Ministério Público para levar a questão à Justiça. Ele confia, porém, que o caso entrará na pauta da próxima reunião do conselho, tendo em vista a repercussão que do episódio, somada às investigações feitas pela Polícia Federal que resultaram na prisão do ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobrás, Paulo Roberto Costa.Sinedino informou que durante o processo de conclusão da compra da refinaria, houve muita disputa entre os sócios, que eram a Petrobrás e a Astra. Quando foi eleito para participar do conselho, em 2012, Sinedino disse que comentou-se entre os membros a existência de uma carta da Petrobrás para a empresa belga, na qual a estatal brasileira propunha que faria sozinha a reforma da unidade de Pasadena. “Essa parte da carta passou no conselho. Mas tinha uma segunda parte da carta que dizia que a Petrobrás garantia 6,9% de rentabilidade para o sócio. Uma rentabilidade de 6,9% em dólar, nos Estados Undos, é um absurdo”, avaliou.Segundo o presidente da associação dos engenheiros, a segunda parte da carta não circulou no conselho, embora este tenha aprovado a operação final. “Quem foi que enganou o conselho, escondendo isso? Duvido que isso fosse aprovado se tivesse sido apresentado ao conselho”. Ele está confiante que toda a responsabilidade pelo episódio será apurada. “Tem que apurar a responsabilidade de quem fez isso para que, no mínimo, não seja repetido”.(Fonte: Agência Brasil)

Estado de São Paulo repercute notícia sobre Refinaria de Pasadena

A grande imprensa brasileira está repercutindo a questão da Refinaria de Pasadena, no Texas, que foi comprada por US$ 1,2 bilhão pela Petrobrás da empresa belga Astra. Uma matéria do Estado de São Paulo cita o presidente da AEPET, Silvio Sinedino, comentando sobre as denuncias dos custos da unidade da Petrobrás nos EUA. Sinedino cita as irregularidades do negócio. Para ler a matéria toda clique aqui.(O Estado de São Paulo)Debate sobre os 50 anos do Golpe MilitarO Modecon convida para o debate na 2ª feira(24/03), às 17h30, sobre os 50 anos do Golpe de 1964. O debate será na sede do Modecon(Rua Araujo Porto Alegre, 71/7º andar) e terácomo debatedores: o professor da UFF Daniel Aarão Reis, Mario Grabois(Historiador), o Juiz de Direito João Batista Damasceno e o Professor Lincoln Abreu Penna como corrdenador do debate. O evento debaterá às várias interpretações deste fato histórico(Fonte: Assessoria de Imprensa do Modecon)

A refinaria sem refinamento de Dilma

A ESPANTOSA e destrambelhada explicação que a presidente deu sobre sua parte em um negócio ruinoso da Petrobrás abriu, se não as portas, ao menos as janelinhas de um inferno político e as da história do preço exorbitante do empreendimento, que, aliás, não tem sido contada de modo correto.Na cúpula da Petrobrás, diz-se que a presidente fez uma “baixeza” com a atual direção ou, mais ameno, uma “barbeiragem desinformada”. No lulismo, que Dilma “se afobou como uma amadora e atirou no pé”.Dilma presidia o conselho de administração da Petrobrás em fevereiro de 2006, quando ela e outros autori zaram a empresa a comprar refinaria nos EUA (US$ 360 milhões por 50% de um negócio que um ano antes saíra por US$ 42,5 milhões).O negócio se revelaria pior. Dilma diz que não sabia que o negócio ficaria ainda pior, pois não teria recebido informações completas sobre o contrato, pelo que culpa Nestor Cerveró, então diretor da empresa.A Petrobrás comprou a metade da refinaria Pasadena da Astra Oil Trading. Além disso, Astra e Petrobrás criaram uma trading (comercializadora) de petróleo e insumos para a refinaria.(Fonte: Vinicius Torres Freire/Folha de São Paulo)

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