Petroleiros cobram reposição, por concurso, da mão-de-obraque optou pelo PIDV
Petroleiros cobram reposição, por concurso, da mão-de-obra que optou pelo Ao divulgar esclarecimentos sobre o desempenho da Companhia no primeiro trimestre de 2014, a Petrobrás afirmou a acionistas e público em geral que irá repor apenas 60% dos postos de trabalho dos funcionários que estão deixando a empresa por conta do Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV).
A informação surpreendeu e contrariou as entidades ligadas aos trabalhadores da Petrobrás, que esperam a total reposição, por concurso público, do pessoal que deixa a empresa. Emanuel Cancela, diretor do Sindipetro-RJ, afirmou que a Petrobrás se comprometeu a repor integralmente, em três anos e através de concurso, o pessoal da área operacional. “Para o administrativo, a presidente ficou calada. Então, os 40% restantes poderão terceirizados. Lamentamos essa postura”, criticou, lembrando que existe uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU) determinando a reposição dos concursados até 2015.
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Ronaldo Tedesco apóia Manifesto em defesa da Petrobrás
O Diretor de Comunicação, Ronaldo Tedesco, da AEPET defende o Manifesto em defesa da Petrobrás livre de nomeações políticas, uma iniciativa de companheiros do Cenpes que foi abraçada pela AEPET.
Segundo Tedesco, a idéia é levar o manifesto até o presidente do Conselho de Administração da Petrobrás, Guido Mantega.
– Esta é uma iniciativa dos petroleiros em defesa da Petrobrás. Nós, que freqüentamos vários setores da Companhia, podemos sentir um clima de vergonha entre os trabalhadores. Então o Manifesto é uma resposta da base contra tudo isto que está acontecendo – opina Tedesco.
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Setor elétrico: uma obra (sempre) inacabada
O setor elétrico brasileiro é uma obra que sofreu monumentais “freadas bruscas” e “cavalos-de-pau” nas últimas cinco décadas.Um olhar cronológico nos permite observar que este setor é sempre dramáticamente impactado a cada novo ciclo da vida brasileira.
Desde 1962, ano em que houve a estruturação da Eletrobrás, o Brasil sofreu/experimentou uma série de intervenções e transformações políticas radicais. A cada um desses novos ciclos da vida política houve bruscas interrupções no desenvolvimento do setor elétrico.
A cada novo ciclo político, nova “freada brusca”, novo “cavalo-de-pau”.Breve cronologia dessas “freadas bruscas” e “cavalos-de-pau”.
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Energia nuclear: debate necessário
Por Paulo Metri
Existir ou não a geração elétrica a partir de fonte nuclear no nosso país é um debate importante que deve ser realizado. No entanto, neste instante, sugiro que esta divergência seja colocada de lado, porque há uma emergência maior, sobre a qual os adeptos e os críticos da energia nuclear devem opinar.
O deputado federal Alfredo Kaefer, do PSDB do Paraná, apresentou em 2007 a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) no 122, que visa modificar os artigos 21 e 177 da nossa Constituição para excluir do monopólio da União a construção e operação de reatores nucleares para fins de geração de energia elétrica. Hoje, só a empresa estatal Eletronuclear constrói e opera no setor. Salvo engano, esta proposta será submetida brevemente à votação do plenário, o que pode não significar grande debate, se for aprovada por acordo de lideranças.
Aliás, o capital tem o timing perfeito, pois este é o momento ideal para quem tem dinheiro passar as suas propostas no Congresso. Com a proximidade das eleições, todos os partidos estão precisando de dinheiro para as campanhas, pois infelizmente nosso povo é pouco politizado e, assim, uma campanha é, em grande parte, definida pela disponibilidade de recursos financeiros.
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Notícias importantes dos últimos “AEPET Diretos”:
P-62 entra em operação no Campo de Roncador (leia mais)
Petrobrás apresenta balanço do trimestre (leia mais)
Chapa 1 vence eleição no Sindipetro-RJ (leia mais)
“AEPET Notícias” – Leia os boletins mais recentes
Por onde sangra a Petrobrás (AEPET Notícias 403)
Gás venenoso (AEPET Notícias 402)
Venderam o futuro do Brasil (AEPET Notícias 401)
O barril Tipo Brent estava em US$ 109,74 nesta 4ª feira(14/05). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 101,70 o barril (Oil-Price.Net).