Ataque à Petrobrás atinge Estado desenvolvimentista
Os esclarecimentos da Petrobrás feitos na semana passada sugerem baixas contábeis que poderiam atingir R$ 88,6 bilhões. No entanto, tal valor foi calculado por “critérios de mercado” que não fazem o menor sentido no Brasil, na opinião do consultor legislativo da Câmara dos Deputados, Paulo César Ribeiro Lima. Isto porque a Companhia detém o monopólio dos terminais, dutos e unidades de refino, condição que, obviamente, não está sujeita às chamadas “regras de mercado”. O uso de tais critérios serviria ao propósito entreguista de destruir a imagem de um símbolo de eficiência do Estado.
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Agenda Internacional
Nesta semana vai se intensificar o confronto entre o novo governo grego e o establishment político alemão, que começou a tomar vulto na semana passada. Atenas está agindo com grande velocidade. O ministro das Finanças, Yanis Varoufakis, foi à França no fim de semana conversar com seus colegas de área no governo de Paris, Emmanuel Macris e Michael Sapin. A seguir deve visitar Londres e Roma. Alexis Tsipras, o primeiro-ministro, conversou pelo telefone com Mario Draghi, presidente do Banco Central Europeu, e recebeu a visita do presidente do Parlamento Europeu, o social-democrata Martin Schulz.
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Nova enquete no ar
Você concorda com a interrupção nas obras da Renest e do Comperj? Este é o tema da nova pesquisa do portal da AEPET. Dê a sua opinião, participe.
A pesquisa anterior, “Qual sua opinião sobre as medidas econômicas anunciadas pelo Governo?”, apresentou os seguintes resultados: 71,43% discordam, pelos efeitos recessivos das medidas; 17,86% concordam e 10,71, concordam em parte.
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Engenheiros da Petrobrás ganham prêmio no exterior
A presidente da Petrobrás, Graça Foster, recebeu na última sexta-feira (30) o prêmio Distinguished Award da Sociedade Mundial de Engenheiros de Petróleo – SPE. Esta é a primeira vez que um profissional brasileiro recebe a homenagem, concedida a quem deu uma contribuição considerada “excepcional” para a indústria mundial de petróleo e gás.
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Contratos de risco
Por Ricardo Maranhão
A AEPET, ao longo de sua história, sempre lutou em defesa da PETROBRÁS, do Monopólio do Petróleo e do Corpo Técnico. Um exemplo disso foi o combate aos contratos de risco proibidos pela Constituição de 1988. A propósito republicamos, artigo do Engº Ricardo Maranhão, publicado na Folha de São Paulo de 18.04.1995.
“A primeira crise do petróleo data de 1973, quando os preços foram elevados de US$ 1,80/2,20 para US$ 13,00/barril. A brutal elevação dos preços teve forte impacto negativo sobre a economia mundial, prejudicando também o Brasil, onde houve queda na taxa de crescimento, recrudesceram as pressões inflacionárias e agravou-se o desequilíbrio no balanço de pagamentos.”
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Notícias importantes dos últimos “AEPET Diretos”:
Petrobrás pode virar o jogo, se fizer mudanças estruturais (leia mais)
Para entender melhor a operação Lava Jato (leia mais)
Aliança pelo Brasil (leia mais)
“AEPET Notícias” – Leia os boletins mais recentes
Feliz Ano Velho: Nação outra vez em defesa da Petrobrás (AEPET Notícias 408)
Sem punir corruptores não se vence a corrupção (AEPET Notícias 407)
Pré-Sal é estratégico para o Brasil crescer (AEPET Notícias 406)
O barril Tipo Brent estava em US$ 52,99 nesta 2ª feira (02/02). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 48,24 o barril (Oil-Price.Net).