Participe da reunião sobre o PIDV na 5ª feira (13/03) na AEPET
Na próxima 5ª feira (13/03), às 17h30, haverá uma reunião sobre o PIDV (Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário) proposto pela Petrobrás na sede da AEPET (Av. Nilo Peçanha, 50/2409). Estarão presentes representantes do RH da Petrobrás e da diretoria da Petros, além de diretores da AEPET. O presidente da AEPET, Silvio Sinedino afirmou que a expectativa é que o maior número possível de petroleiros seja devidamente informado sobre o PIDV e faça sua opção com conhecimento de causa. Ele afirmou ainda que: “Essas Reuniões com nossos Associados faz parte de nossa política de aproximação com os Sócios e tem como objetivo principal mantê-los informados sobre as principais questões da Companhia.” concluiu o Presidente da AEPET.
Câmara terá comissão para acompanhar investigações sobre a Petrobrás
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, em Plenário, o requerimento da oposição para criação de uma comissão externa de deputados para ir à Holanda acompanhar a investigação de denúncias relacionadas à Petrobrás. A aprovação ocorreu por 267 votos a 28 e 15 abstenções e contou com o apoio de quatro partidos da base aliada: PMDB, PR, PTB e PSC.
Segundo a oposição, há denúncias de que a empresa SBM Offshore, com sede na Holanda, teria pago propina a funcionários de petroleiras de diversos países, entre as quais a Petrobrás, para conseguir contratos de locação de plataformas petrolíferas entre os anos de 2005 e 2012.
Os líderes de oposição comemoraram a aprovação do requerimento. Autor da proposta, o líder do PSDB, deputado Antonio Imbassahy (BA), declarou que se trata de um resgate do papel fiscalizatório do Congresso. “A Casa mostra com clareza que cumpre sua obrigação de fiscalizar e proteger”, disse.
Imbassahy afirmou ainda que fica um alerta para a presidente Dilma Rousseff. “A presidente vai ver que não pode tratar o Parlamento como ela trata.”
Já o líder do PT, deputado Vicentinho (SP), minimizou o impacto da votação. Ele lembrou que o seu partido é o maior da Câmara e deverá estar em peso na composição da comissão externa. “Vamos cumprir o que foi aprovado, mas o PT é o maior partido e estará em maior número”, declarou.
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Operários do Comperj fecham RJ-116, em Itaboraí
Em greve, trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro realizam uma manifestação na rodovia RJ-116, na manhã desta quarta-feira, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. Segundo a concessionária responsável pela via, o tráfego de veículos está bloqueado entre os quilômetros 0 e 3, pois os operários fazem uma caminhada pela rodovia, que liga os municípios de Itaboraí a Nova Friburgo e Macuco.
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Brasil é questionado por especialistas da OIT sobre condições de trabalho
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicou, no fim de fevereiro, informe da Comissão de Peritos responsável por examinar a aplicação de convenções e recomendações da OIT pelos Estados-membros. No relatório, as questões mais levantadas sobre o Brasil estão relacionadas à saúde, segurança e ambiente de trabalho. A Comissão disse estar atenta às alegações de práticas antissindicais nos setores da comunicação, bancário e farmacêutico denunciadas pela Confederação Sindical Internacional (CSI). O grupo quer que o governo brasileiro envie comentários sobre as acusações e comunique à ONU sobre os resultados das investigações criminais dos assassinatos de líderes sindicais também mencionados pelo CSI. Além disso, lembrando que os trabalhadores que não estiverem envolvidos na administração do Estado têm o direito à negociação coletiva, o Comitê pede que o governo informe se já existe uma lei que dê esse direito aos trabalhadores brasileiros. “O Comitê lamenta a falta de informação por parte do governo e solicita-lhe, mais uma vez, que tome medidas para revogar qualquer disposição legal ou constitucional que limite o direito à negociação coletiva”, disse o informe do grupo.
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Globalização exige mais proteção social e não menos, diz economista
Por Roberto Pizarro
Em seu recente livro “A busca pela segurança”, o economista Joseph Stiglitz nos diz que a globalização incrementou a escala e a velocidade dos perigos econômicos e sociais. Há maior insegurança. Os problemas mundiais atravessam as fronteiras rapidamente. Os países com abertura econômica rápida e radical, como o Chile, recebem os impactos inevitáveis da crise em outras latitudes. O último exemplo foi o fracasso das hipotecas subprime nos Estados Unidos, o que afetou seriamente as finanças e a atividade produtiva em todo o mundo – e que, na América Latina, produziu uma forte queda no crescimento econômico.Por outro lado, a globalização reduziu a capacidade do Estado no âmbito tributário. Os países emergentes, em vez de entrar em um acordo, acabam competindo na redução de taxas para atrair investimentos. Dessa forma, o capital transita através das fronteiras, evitando os lugares em que considera haver maior pressão impositiva e se dirige àqueles países que lhe outorgam um trato mais favorável. Isso ainda é favorecido pelos Tratados de Livre Comércio (TLC), que obrigam um trato privilegiado ao capital, além de uma segurança jurídica inédita, garantida pelos bancos privados internacionais – o FMI, o Banco Mundial e a OMC. Consequentemente, a falta de proteção social não apenas tem impacto direto nas condições de vida das pessoas, mas também um efeito macroeconômico que nem sempre se compreende.
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Cotação do petróleo
O barril Tipo Brent estava em US$ 108,55 nesta 4ª feira(12/03). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 100,03 o barril (Oil-Price.Net).