AEPET DIRETO
(13/03/14)
DESTAQUE
Participe da reunião sobre o PIDV na 5ª feira(13/03) na AEPETNa próxima 5ª feira(13/03), às 17h30, haverá uma reunião sobre o PIDV(Plano de Incentivo ao Desligamento Voluntário) proposto pela Petrobrás na sede da AEPET(Av. Nilo Peçanha, 50/2409). Estarão presentes representantes do RH da Petrobrás e da diretoria da Petros, além de diretores da AEPET. O presidente da AEPET, Silvio Sinedino afirmou que a expectativa é que o maior número possível de petroleiros seja devidamente informado sobre o PIDV e faça sua opção com conhecimento de causa. Ele afirmou ainda que: “Essas Reuniões com nossos Associados faz parte de nossa política de aproximação com os Sócios e tem como objetivo principal mantê-los informados sobre as principais questões da Companhia.” concluiu o Presidente da AEPET.(Redação da AEPET)
NOTíCIAS
Câmara terá comissão para acompanhar investigações sobre a Petrobrás
A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira, em Plenário, o requerimento da oposição para criação de uma comissão externa de deputados para ir à Holanda acompanhar a investigação de denúncias relacionadas à Petrobrás. A aprovação ocorreu por 267 votos a 28 e 15 abstenções e contou com o apoio de quatro partidos da base aliada: PMDB, PR, PTB e PSC.
Segundo a oposição, há denúncias de que a empresa SBM Offshore, com sede na Holanda, teria pago propina a funcionários de petroleiras de diversos países, entre as quais a Petrobrás, para conseguir contratos de locação de plataformas petrolíferas entre os anos de 2005 e 2012.
Os líderes de oposição comemoraram a aprovação do requerimento. Autor da proposta, o líder do PSDB, deputado Antonio Imbassahy (BA), declarou que se trata de um resgate do papel fiscalizatório do Congresso. “A Casa mostra com clareza que cumpre sua obrigação de fiscalizar e proteger”, disse.
Imbassahy afirmou ainda que fica um alerta para a presidente Dilma Rousseff. “A presidente vai ver que não pode tratar o Parlamento como ela trata.”
Já o líder do PT, deputado Vicentinho (SP), minimizou o impacto da votação. Ele lembrou que o seu partido é o maior da Câmara e deverá estar em peso na composição da comissão externa. “Vamos cumprir o que foi aprovado, mas o PT é o maior partido e estará em maior número”, declarou.
Operários do Comperj fecham RJ-116, em Itaboraí
Em greve, trabalhadores do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro realizam uma manifestação na rodovia RJ-116, na manhã desta quarta-feira, em Itaboraí, na Região Metropolitana do Rio. Segundo a concessionária responsável pela via, o tráfego de veículos está bloqueado entre os quilômetros 0 e 3, pois os operários fazem uma caminhada pela rodovia, que liga os municípios de Itaboraí a Nova Friburgo e Macuco.A Polícia Militar está reforçando a segurança no local e reprimiu violentamente os trabalhadores com bombas de gás e com cassetetesSegundo o diretor do Sindipetro-RJ, Emanuel Cancella, os operários rejeitaram a proposta das concessionárias, mas tinham a intenção de ocupar o Comperj, mas não conseguiram este objetivo. “Foram disponibilizados pelo Sindipetro-RJ um total de 5 ônibus para que eles viessem ao Rio fazer uma manifestação em frente a Petrobrás, mas também não foi possível por causa do aparato repressivo. Amanha haverá uma assembléia para decidir os rumos do movimento que já completa mais de um mês de paralisação”; afirmou Cancella. No último domingo, em assembleia com mais de 20 mil pessoas, de acordo com o sindicato, em Itaboraí, foi decidido manter a greve dos operários que trabalham na construção do complexo petroquímico, que completou nesta terça-feira 35 dias.(Fonte: Jornal O Dia/Redação da AEPET)
Brasil é questionado por especialistas da OIT sobre condições de trabalho
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) publicou, no fim de fevereiro, informe da Comissão de Peritos responsável por examinar a aplicação de convenções e recomendações da OIT pelos Estados-membros. No relatório, as questões mais levantadas sobre o Brasil estão relacionadas à saúde, segurança e ambiente de trabalho.A Comissão disse estar atenta às alegações de práticas antissindicais nos setores da comunicação, bancário e farmacêutico denunciadas pela Confederação Sindical Internacional (CSI).O grupo quer que o governo brasileiro envie comentários sobre as acusações e comunique à ONU sobre os resultados das investigações criminais dos assassinatos de líderes sindicais também mencionados pelo CSI.Além disso, lembrando que os trabalhadores que não estiverem envolvidos na administração do Estado têm o direito à negociação coletiva, o Comitê pede que o governo informe se já existe uma lei que dê esse direito aos trabalhadores brasileiros.“O Comitê lamenta a falta de informação por parte do governo e solicita-lhe, mais uma vez, que tome medidas para revogar qualquer disposição legal ou constitucional que limite o direito à negociação coletiva”, disse o informe do grupo.
OPINIãO
Globalização exige mais proteção social e não menos, diz economista
Em seu recente livro “A busca pela segurança”, o economista Joseph Stiglitz nos diz que a globalização incrementou a escala e a velocidade dos perigos econômicos e sociais. Há maior insegurança. Os problemas mundiais atravessam as fronteiras rapidamente. Os países com abertura econômica rápida e radical, como o Chile, recebem os impactos inevitáveis da crise em outras latitudes. O último exemplo foi o fracasso das hipotecas subprime nos Estados Unidos, o que afetou seriamente as finanças e a atividade produtiva em todo o mundo – e que, na América Latina, produziu uma forte queda no crescimento econômico.Por outro lado, a globalização reduziu a capacidade do Estado no âmbito tributário. Os países emergentes, em vez de entrar em um acordo, acabam competindo na redução de taxas para atrair investimentos. Dessa forma, o capital transita através das fronteiras, evitando os lugares em que considera haver maior pressão impositiva e se dirige àqueles países que lhe outorgam um trato mais favorável.Isso ainda é favorecido pelos Tratados de Livre Comércio (TLC), que obrigam um trato privilegiado ao capital, além de uma segurança jurídica inédita, garantida pelos bancos privados internacionais – o FMI, o Banco Mundial e a OMC.Consequentemente, a falta de proteção social não apenas tem impacto direto nas condições de vida das pessoas, mas também um efeito macroeconômico que nem sempre se compreende.(Roberto Pizarro/Agência Carta Maior)
COTAçãO DO PETRÓLEO
O barril Tipo Brent estava em US$ 108,55 nesta 4ª feira(12/03). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 100,03 o barril.(Oil-Price.Net)