O lucro de US$ 130 milhões contabilizado pela refinaria de Pasadena, no Texas, no primeiro semestre, confirma avaliação divulgada na última edição do AEPET Direto, segundo a qual a aquisição deste ativo, em 2006, não foi um mal negócio para a Petrobrás. A AEPET, no entanto, continua defendendo a total apuração de qualquer suspeita de corrupção na Companhia, já que, segundo a imprensa, o lucro da refinaria no primeiro semestre pode sustentar defesa de ex-diretores no TCU.
O ministro José Jorge responsabilizou os executivos que estavam no cargo na época do polêmico negócio por um prejuízo calculado em US$ 792,3 milhões e os ex-diretores querem usar o argumento de que o negócio não foi ruim e que os prejuízos decorrem do não cumprimento da arbitragem da Corte Americana, que repercutiu no pagamento de multas em uma segunda fase do processo de aquisição.