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Autoridades comentam 51 anos da AEPET

Data da publicação: 17/10/2012

No dia 17 de outubro de 1961 surgiu a AEPET, que completa, hoje, 51 anos de existência. Originalmente, chamou-se Associação dos Engenheiros da Petrobrás nos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara (AEPERG).

A partir do trabalho técnico, a AEPET luta incansavelmente pela defesa do petróleo e das riquezas estratégicas do Brasil. E a partir do seu trabalho político, esse conhecimento é levado ao povo brasileiro, às associações e parlamentares. Onde houver alguém disposto a debater os rumos do Brasil e das riquezas nacionais, lá está presente a AEPET, levando seu conhecimento e sua disposição ao debate. Entre os seus objetivos estão a defesa do monopólio estatal do petróleo, da PETROBRÁS – como sua única executora – e do seu corpo técnico. A AEPET compreende que o setor petróleo – pelo seu expressivo significado econômico e tecnológico – deve ser um indutor do desenvolvimento nacional. Dentre outras linhas, através de investimentos na formação de especialistas, na aquisição de bens e serviços no País e na promoção de pesquisas, inclusive de sucedâneos para os derivados de petróleo. Confira alguns depoimentos de autoridades que falaram da importância da AEPET.

O presidente do Crea-RJ, Agostinho Guerreiro parabenizou a AEPET. “Viva a AEPET! Desde jovem tem sido uma batalhadora em nome de uma Petrobrás progressista, além das lutas incansáveis pela engenharia e pelas empresas nacionais. Tudo sem esquecer das batalhas pelo aperfeiçoamento da nossa democracia”.

“A AEPET é um patrimônio do povo brasileiro e dos patriotas. Convivo com a luta liderada pela AEPET no aperfeiçoamento e na defesa do monopólio estatal do petróleo e de setores da nossa economia e compactuo com a luta por um país mais soberano e justo. Parabéns AEPET!”, disse o deputado estadual Paulo Ramos.

O ex-presidente da AEPET, Ricardo Maranhão afirmou que são 51 anos de coerência e de firmeza na defesa dos seus princípios estatutários e da Petrobrás e seu corpo técnico. “Firmeza na defesa da soberania nacional e na luta pelo monopólio estatal do petróleo e por extensão na defesa dos que ajudam a construir este país e pela engenharia nacional”.

O vice-presidente da AEPET, Fernando Siqueira, falou que atualmente a luta da entidade é em defesa do corpo técnico da Petrobrás, contra o assédio moral, a terceirização na empresa e o achatamento salarial na estatal. “A retrospectiva destes 51 anos da AEPET é positiva com muitas vitórias e algumas derrotas. A luta em defesa da Petrobrás e da soberania nacional sempre estiveram presentes nas jornadas da AEPET e neste aniversário estamos presentes junto aos funcionários da maior empresa brasileira contra a tentativa de alienação das riquezas nacionais”; conclui Fernando Siqueira.

Paulo Metri, conselheiro da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros e do Clube de Engenharia disse: — O que mais me impressiona na AEPET é que, além da preocupação com os interesses dos associados, esta Associação se preocupa com o bem-estar de toda sociedade brasileira. Certa vez, discutindo com o Fernando Siqueira, no interesse de ter minha argumentação aprovada, eu disse: “Com o término do REPETRO, a empresa mais prejudicada será a Petrobrás”. Ele respondeu: “Mas, o maior beneficiário será o Brasil e, entre a Petrobrás e o Brasil, eu fico com o país”. — Ele estava certo e eu mudei minha opinião. Conto esta história como prova que a AEPET não é uma entidade corporativa como a grande mídia busca caracterizar.