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Notícia

Contratação direta garante metas de longo prazo da Petrobrás

Data da publicação: 01/07/2014
Autor(es): Redação da AEPET

No último dia 24 de junho, o Governo Federal autorizou a contratação direta da Petrobrás para a produção de volumes excedentes em quatro áreas do pré-sal, nos termos da Lei da Partilha de Produção de Petróleo, promulgada em dezembro de 2010, que dispõe sobre a exploração e a produção no pré-sal brasileiro. Esse volume excedente se somará aos 5 bilhões de barris já contratados em 2010 pela Petrobrás sob o regime de cessão onerosa. As áreas do pré-sal que terão excedentes contratados são Búzios, Entorno de Iara, Florim e Nordeste de Tupi.

Com volume estimado entre 9,8 e 15,2 bilhões de barris de óleo equivalente (boe), segundo a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), essas áreas possuem baixo risco exploratório. Na opinião do Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados, Paulo César Ribeiro Lima, que está elaborando nota técnica sobre a decisão do governo, a contratação direta da Petrobrás é bem melhor que a licitação de Libra. Lima argumenta que, na contratação direta, a Petrobrás caminha para ser uma gestora de serviços. Isto porque hoje, todas as sondas e plataformas são contratadas, e não mais de propriedade da Companhia. Assim, a Petrobrás iria “terceirizar” a perfuração e a produção, sendo vantagem para ela se tornar gestora de serviços.

O consultor registra ainda que, com a contratação direta, a participação governamental será bem maior que em Libra, saltando de 40% para 100% da Petrobrás – considerando-se que 46% do capital social da empresa é da União e entes públicos federais. No entanto, a contratação da Petrobrás pela União como prestadora de serviços recebendo 15% do excedente em óleo seria ainda melhor que a contratação direta com a Petrobrás recebendo 50% do excedente em óleo.

Independentemente disso, a Companhia registra que o acesso aos excedentes da cessão onerosa permite à Petrobrás cumprir e até elevar suas metas de produção a partir de 2020, reduzindo os riscos de sua participação em sucessivas campanhas exploratórias na busca de reposição de suas reservas. Esta contratação direta traz como importante benefício a consolidação da indústria nacional, com destaque para o setor naval brasileiro. Segundo a estatal, não haverá impacto material na financiabilidade do Plano de Negócios e Gestão 2014-2018. O caixa da Petrobrás fechou o 1º trimestre de 2014 com R$ 78,5 bilhões. O bônus de R$ 2 bilhões a ser pago ao governo para ter direito a produzir nestas áreas não exigirá novas captações no ano.


Tags: Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Benefícios, Bens e serviços, Brasil, Campo de Búzios, Campo de Florim, Campo de Iara, Campo de Libra, Campo de Tupi, Capital social, Contratos, Empresa Estatal, Exploração e produção de petróleo e gás, Fatores de risco, Fluxo de caixa, Gestão, Indústria nacional, Indústria naval, Lei 12.351/2010 (Lei de partilha da produção), Licitação, Paulo Cesar Ribeiro Lima, Perfuração de poços, Petrobrás, Petróleo excedente, Plano de Negócios e Gestão (PNG), Plataformas de petróleo, Pré-sal, Regime de cessão onerosa, Terceirização
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