Por que o governo pretende entregar o pré-sal?
Por Fernando Siqueira
“Na sua campanha eleitoral, a presidente Dilma Rousseff derrotou o candidato José Serra porque se colocava contra as privatizações. Essa polêmica – estatal x privado – foi o diferencial que conseguiu virar as eleições e garantir a vitória no 2º turno. Ela condenou com veemência a privatização do pré-sal: “ele é o nosso passaporte para o futuro e entregá-lo é perder dinheiro”. Por que ela mudou de idéia?” Leia a resposta no artigo completo disponível no Site da AEPET.
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Manifestação dos petroleiros no Rio Grande do Norte
O Sindipetro/RN (Sindicato dos Petroleiros do Rio Grande do Norte) bloqueou na 2ª feira a estrada que liga as cidades de Mossoró (RN) a Areia Branca (RN), em protesto contra a redução das operações da Petrobrás no Estado. O protesto aconteceu um dia depois do Sindipetro/RJ informar à Folha que a estatal está desmobilizando a produção de campos terrestres também nos Estados da Bahia e Espírito Santo.
A Petrobrás lançou na 2ª feira, em Areia Branca, o programa “Uma terra, duas águas”, onde está investindo R$ 200 milhões e que visa construir 20 mil sistemas de captação e armazenamento de água da chuva em 201 municípios do semiárido brasileiro.
A expectativa era de que a presidente da empresa, Graça Foster, aparecesse no evento. No lugar da executiva foi escalado o diretor de Exploração e Produção da Petrobras, José Formigli. De acordo com o diretor do Sindipetro/RN foi montada uma “mega estrutura” para receber Graça.
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Petrobrás nega redução de investimentos em áreas terrestres
A Petrobrás negou nesta 3ª feira que vá reduzir investimentos e produção em áreas terrestres da Bahia, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, ou em qualquer outra de sua produção offshore. A estatal também negou que haja um programa de demissões nessas áreas.
“Os recursos programados em seu Plano de Negócios e Gestão 2013-2017 para essas áreas estão mantidos conforme já divulgado”, informou a petroleira em nota. “A companhia reafirma que continuará investindo na Bahia, mantendo o adequado nível de empregos no desenvolvimento das suas atividades”, acrescenta a empresa.
A previsão total de investimento da Petrobrás na Bahia, no período 2013-2017 é de US$ 5,29 bilhões – em média, US$ 1,06 bilhão por ano, até 2017, enquanto no período de 2008-2012 a média foi de US$ 697 milhões por ano.
Quanto à redução do número de sondas em atividade na Bahia, a companhia ressaltou que em 2012 houve uma antecipação da programação de poços, na área, que requereu a mobilização de um número maior dos equipamentos de perfuração, em relação a 2013. Em dezembro de 2012 operavam na Bahia 11 sondas de perfuração e 26 de produção terrestre (SPT). Este ano operam 7 sondas de perfuração e 22 SPTs.
“Embora tenha havido redução de 449 postos de trabalho nessas atividades, a construção e montagem de equipamentos para ampliar instalações de superfície, como dutos e edificações, exigirá, este ano, cerca de 2,3 mil empregos a mais que os gerados em 2012, dos quais 1,5 mil já foram efetivados”, acrescentou a empresa.
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I Encontro de Petróleo de Sergipe
No dia 31 de agosto, às 14 horas, no auditório do IFS, Avenida Gentil Tavares, S/N a Central Geral dos Trabalhadores do Brasil – Sergipe promoverá o 1º Encontro de Petróleo de Sergipe que será um marco na história política sindical do estado. Farão palestras o Vice-Presidente da AEPET, Fernando Siqueira e o Sócio da Engevix, Gérson Almeida. A Petrobrás descobriu petróleo na camada pré-sal, a empresa teve e tem um papel fundamental nesse descobrimento. Seremos muito em breve um dos principais países no seleto grupo de produtores de petróleo do mundo.
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As dificuldades para os trabalhadores da Repar
A Repar é referência em produtividade. Os índices alcançados através dos anos pela Refinaria de Araucária estão sempre entre os melhores do país. O que os indicadores não revelam é o preço que os trabalhadores pagam para colocar a unidade nesse patamar. Não o preço calculado em cifras, mas aquele de valor muito superior, o da dedicação e esforço, muitas vezes sobre-humano em razão do efetivo extremamente reduzido.
Nas entrevistas com petroleiros da Repar, há um termo em comum: a exaustão. George Santos trabalha no ED (Equipamentos Dinâmicos) e destaca o acúmulo de serviços. “Existe sobrecarga de tarefas que quem está lá no Rio de Janeiro não consegue perceber. Aí chegam relatórios que indicam que existem trabalhadores suficientes. No meu setor, se fosse parar e fazer apenas os atrasados levaria ao menos uns 20 dias. E ainda tem a rotina do dia a dia”, relatou.
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COTAÇÃO DO PETRÓLEO
O barril Tipo Brent estava em US$ 108,42 nesta 4ª feira (24/07). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 107,23 o barril (Oil-Price.Net).
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