Petrobrás confirma potencial de área da Bacia de Sergipe
A Petrobrás informa os resultados da perfuração do poço de extensão 3-SES-175D (3-BRSA-1180-D-SES), informalmente conhecido como Muriú 1, localizado na área da concessão BM-SEAL-10, blocos SEAL-M-347 e SEAL-M-424, em águas ultraprofundas da Bacia de Sergipe.
Os resultados comprovam a extensão da descoberta de óleo leve e gás realizada anteriormente na área de Muriú, conforme nota divulgada ao mercado em 5 de dezembro de 2012.
O poço está localizado a 83 km da cidade de Aracaju, a 4,4 km do poço descobridor e em profundidade de água de 2.432 metros, tendo sido constatado reservatório com espessura de 24 metros, apresentando boas condições permoporosas.
A profundidade final deste poço alcançou 5.627 metros. Futuramente será realizado um teste de formação para verificar a produtividade do reservatório.
Essa acumulação integra o projeto de desenvolvimento da Bacia de Sergipe-Alagoas em águas profundas, conforme previsto no Plano de Negócios e Gestão da Petrobrás para o período 2013-2017.
A Petrobrás dará continuidade ao Plano de Avaliação da Descoberta (PAD), que está em aprovação pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
A Petrobrás é detentora de 100% dos interesses da concessão BM-SEAL-10.
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Carajás é da China
O interesse da Vale em agradar clientes chineses, japoneses e de outros países, sem os quais sua grandiosidade estaria comprometida. A empresa passou a atuar como viabilizadora desses interesses na medida em que se restringia à extração mineral em escala crescente para a exportação.
A nova frente de produção que a Vale está abrindo em Carajás, no Estado do Pará, é superlativa. Trata-se do maior investimento as mineradora em toda a sua história, de 70 anos. Quando os 19,7 bilhões de dólares (em torno de 40 bilhões de reais) tiverem sido inteiramente aplicados, a mina de Serra Sul estará em condições de acrescentar 90 milhões de toneladas anuais à produção da ex-estatal. Com duas outras expansões na área, a província mineral de Carajás passará de 120 milhões para 250 milhões de toneladas por ano de minério de ferro.
Isso acontecerá em 2017, quando o Pará passará à frente de Minas Gerais como a maior fonte de minério de ferro da antiga Companhia Vale do Rio Doce. Será mais do que a relação de 250 milhões para 200 milhões de toneladas de produção entre os dois principais Estados mineradores do Brasil.
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Dia nacional de luta em 30 de agosto
Ultimando os preparativos para 30 de Agosto o Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, as centrais sindicais decidiram em reunião na sede da Central única dos Trabalhadores (CUT ), nessa segunda-feira (19), ampliar a convocação de norte a sul do país priorizando a luta pelo fim do fator previdenciário, redução da jornada de trabalho para 40 semanais e combate ao Projeto de Lei 4330, da terceirização.
Na avaliação das centrais, a conjuntura é favorável à manifestação, que dá continuidade aos protestos, passeatas e greves realizadas no 11 de julho, e potencializa a cobrança da pauta da classe trabalhadora. A agenda de reivindicações inclui ainda a luta pelos 10% do PIB para a Educação; 10% do Orçamento da União para a Saúde; transporte público e de qualidade/mobilidade urbana; valorização das aposentadorias; reforma agrária e suspensão dos leilões de petróleo.
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12ª Jornada de Agroecologia
Aconteceu de 7 a 10 de Agosto a 12ª Jornada de Agroecologia, realizada nas cidades de Maringá e Paiçandu, no Paraná. As Jornadas de Agroecologia são parte de um processo de articulação das organizações que promovem a agroecologia e a luta permanente contra o projeto das empresas transnacionais do agronegócio.
Mais de 3 mil participantes da 12ª Jornada de Agroecologia, vindos de diferentes regiões do Brasil, reunidos nas cidades de Maringá e Paiçandu, Paraná – Brasil reafirmam o compromisso com a Agroecologia e assim dão continuidade a luta por uma Terra Livre de Latifúndios, Sem Transgênicos e Sem Agrotóxicos, e pela construção de um Projeto Popular e Soberano para a Agricultura.
Desde a 1ª Jornada de Agroecologia em 2002, reafirmamos a agroecologia como resultado do árduo e consciente trabalho de milhares de famílias camponesas, sem o apoio de políticas públicas do Estado, estruturantes e sistemáticas, para agroecologia.
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A era da energia extrema
Por Charlotte Wilson, no Zmag
Alguns anos atrás, nas vésperas das negociações climáticas em Copenhagen, a indústria dos combustíveis fósseis parecia estar na defensiva, com o crescimento da pressão para cortar as emissões de carbono. A elevação dos preços no setor energético e as dúvidas a respeito de sua capacidade em aumentar a produção de petróleo, faziam a indústria parecer um dinossauro em luta para sobreviver. Hoje, ela está na ofensiva e, longe de enfrentar restrições, empenha-se na expansão maciça da extração de combustíveis fósseis, em novas áreas do globo.
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COTAÇÃO DO PETRÓLEO
O barril Tipo Brent estava em US$ 110,15 nesta 4ªfeira (21/08). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 104,96 o barril (Oil-Price.Net),
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