Empresa de Eike paga parcela em atraso à Queiroz Galvão
A Óleo e Gás (ex-OGX), petroleira de Eike Batista, pagou a primeira das parcelas que estavam atrasadas aos sócios do bloco BS-4, na Bacia de Santos, às empresas Queiroz Galvão Exploração e Produção e Barra Energia. Mês passado, a Agência Nacional do Petróleo (ANP) tinha dado 15 dias à Óleo e Gás para efetuar o pagamento, sob pena de ter de deixar a sociedade.
A empresa informou o pagamento à agência esta semana. Não foi revelada a quantia paga. Segundo a Queiroz Galvão, operadora do bloco, a Óleo e Gás não pagava um centavo aos sócios desde que entrou em recuperação judicial, em 30 de outubro de 2013. A dívida somava R$ 73 milhões até dezembro.
O pagamento foi feito dentro do chamado prazo pré-estabelecido, também chamado de “prazo de cura” dentro do qual o devedor de uma obrigação não-satisfeita pode saná-la, sem que seja caracterizada a quebra do contrato. A petroleira informou em nota que as demais parcelas serão pagas “da mesma forma”.
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Petrobrás lança gasolinas com baixo teor de enxofre em todo o Brasil
A Petrobrás anunciou na manhã de terça-feira (7/1) o lançamento das novas gasolinas comum e premium de ultrabaixo teor de enxofre. Já distribuído desde 1º de janeiro de 2014, o novo combustível, substitui integralmente, em todo o território nacional, as gasolinas comum e premium anteriores.
De acordo com o gerente de Soluções Comerciais e Desenvolvimento de Produtos do Abastecimento, Frederico Kremer, as novas gasolinas são S-50, porque possuem teor máximo de enxofre de 50 mg/kg ou partes por milhão (ppm) – o que representa uma redução de 94% em relação ao teor de enxofre das gasolinas anteriormente comercializadas. Isso facilita a introdução de veículos dotados de modernas tecnologias para o tratamento de emissões e a redução de 35 mil toneladas/ano das emissões de óxidos de enxofre (SO2).
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Preço mundial dos alimentos cai 1,6% em 2013, diz FAO
O preço mundial dos alimentos caiu, em média, 1,6% em 2013 se comparado ao ano anterior. Mas, apesar disso, foi o terceiro maior percentual registrado pela Agência para Agricultura e Alimentação das Nações Unidas (FAO). No acumulado de 2013, o índice, que mede o comportamento de produtos agrícolas ao redor do mundo, teve uma média de 209,9 pontos. O pico foi em 2011, quando o indicador da FAO chegou a 230,1 pontos.
Apenas em dezembro, o comportamento dos preços foi estável, com o indicador a 206,7 pontos. A maior variação de preços foi sentida no setor de latícinios e carnes, o que compensou a queda acentuada nos preços médios do açúcar, cereais e óleos.
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Trabalho escravo aumenta em áreas urbanas
As campanhas e os programas de combate ao trabalho escravo no Brasil trouxeram à tona uma realidade pouco conhecida até recentemente – a de que a prática ocorre também nas áreas urbanas do país e não apenas nos rincões das zonas rurais. A última atualização da “lista suja” do trabalho escravo, divulgada no fim de 2013 pelo Ministério do Trabalho, mostra 29 empresas localizadas em nessa condição em áreas urbanas. Na lista anterior, de julho, apenas 14 apareciam na relação. Foram flagradas usando mão de obra em condições análogas à escravidão confecções, empreiteiras, locadoras de máquinas, uma boate e um hotel.
O número, embora pequeno em comparação com o total de empresas da lista, chama a atenção pelo fato de representar um aumento significativo do perfil dos empresários que submetem seus empregados a este tipo de situação. Se há dez anos este quadro era observado em fazendas e carvoarias situadas em municípios do interior das regiões Norte e Nordeste, hoje o problema ocorre nos centros urbanos e tem despertado a preocupação de técnicos, procuradores, fiscais e do Ministério Público.
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Quem deveria ficar “nervosinho”
Por Clóvis Rossi
Há algo de profundamente errado em um país, um certo Brasil, em que os ricos choram (e de barriga cheia), ao passo que os pobres parecem relativamente felizes. Na ponta dos mais ricos, refiro-me à pesquisa da consultoria Grant Thornton que “Mercado” publica hoje e que mostra um absurdo recorde de pessimismo entre os executivos brasileiros.
Na ponta dos pobres, valem as sucessivas pesquisas que mostram satisfação majoritária com o governo Dilma Rousseff, a ponto de 11 de cada 10 analistas apostarem, hoje por hoje, na reeleição da presidente. Como ninguém vota em governo que o faz infeliz, só se pode concluir que uma fatia majoritária dos brasileiros, especialmente os pobres, está rindo.
Que a economia brasileira tem problemas, ricos, pobres e remediados estão cansados de saber. Problemas conjunturais (o crescimento medíocre dos anos Dilma ou a forte queda do saldo comercial, por exemplo). Problemas estruturais que se arrastam há tantos séculos que nem é preciso relacioná-los aqui. Daí, no entanto, a um pessimismo recorde vai um abismo.
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COTAÇÃO DO PETRÓLEO
O barril Tipo Brent estava em US$ 106,73 nesta 3ª feira (07/01). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 93,43 o barril (Oil-Price.Net).
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