Lá ocorriam guerra, revoluções e uma epidemia, a gripe espanhola. Aqui, além da gripe espanhola, governos fantoches dos bancos ingleses impediam o desenvolvimento nacional. Ao fim, mais guerras e revoluções se seguiram. Como recordarão estes novos sombrios tempos os filhos e os netos de nossos netos? Guerra colonial Para Europa, […]
e o sentido de suas práticas que entra em crise. É esta a crise que vivemos”, escreveu em 1988, às vésperas da edição do decálogo conhecido como Consenso de Washington (1989), o filósofo austro-francês André Gorz (1923–2007), de pseudônimo Michel Bosquet. Esta citação está na contracapa da edição brasileira de […]
gravada para ajudar a construção do teatro do Centro Popular de Cultura (CPC), da União Nacional dos Estudantes (UNE), disco logo retirado de circulação pelo golpe estadunidense-militar-empresarial de 1º de abril de 1964. Nesta obra prima, cantavam a dicotomia de um país rico e belo, porém sem personalidade, dirigido pelo […]
enunciou: “Que país é este, no qual as pessoas não confiam na firme vontade política do presidente da República de levar adiante a decisão amadurecida e consistente de dar continuidade à plena redemocratização?”. Muitas respostas cabem nesta interrogação. Mas se a pergunta fosse: quem é o poder no Brasil, apenas […]
verificou um trabalho extremamente reificado, fruto da situação política onde se negava ao colonizado, ao habitante do país ocupado pelas forças do Império Colonial, toda humanidade. Não se atribuía aos “inferiores colonos” qualquer direito, não lhes atingia a condição cidadã das garantias dos direitos, como examinaremos nesta série da “Construção […]
“A concentração da autoridade nas mãos do soberano (D. João II, 1481-1495), como principal representante do Estado-Nação Absolutista, era a alternativa capaz de evitar ou de enfrentar conflitos com Castela e de limitar a dispendiosa expansão dominantemente senhorial no norte da África. Sobretudo, o centralismo estatal favorecia a necessária […]
Todas as potências da velha Europa se uniram em uma santa campanha difamatória contra ele: o papa e o tsar, Metternich e Guizot, radicais franceses e policiais alemães”, assim Marx e Engels começam o Manifesto Comunista (1848). Parodiando, diremos que o espectro que assusta todo mundo, desde 2020, é o […]
a faz acreditar que a simples transposição de teorias e instituições europeias ou estadunidenses para nosso País produzirá aqui o progresso, a saúde, o saber, o padrão de vida alcançado naquele local exportador. Outra parte, que tem na sujeição aos interesses estrangeiros seu sustento, seu poder, aplaudem esses ingênuos, pois […]
podemos dizer que ao final do século XX todo mundo se curvara ao globalismo financeiro originado na Inglaterra. “Bem, não inteiramente”. Um povo de olhos puxados, no extremo oriental da Ásia, fazia questão de administrar estes invasores com sua milenar capacidade de resiliência, agora conduzida por um partido político, o […]
conhecido como Georges Duby, escreveu: “Nos fins do século VI, a Europa era profundamente incivilizada. A linguagem escrita caía gradualmente em desuso nas regiões onde um pouco antes fora largamente difundida. Os historiadores da economia estão sem dúvida ainda mais privados de dados do que quaisquer outros. Para eles há […]
Neste domingo, 14 de março, só estávamos, na medida universal de morte por milhão, atrás de países privatizados do antigo mundo socialista, onde o Estado foi demolido e as finanças não encontraram, pela baixa renda da população, lucros suficientes para manter serviços médicos. Da Gazeta do Povo (12/03/2021) retiramos: República […]
Este havia sufocado o mercantilismo e a industrialização, mas caíra diante da ex-colônia que construiu sua sociedade em base industrial, os Estados Unidos da América (EUA). Vimos que o poder do lucro e dos salários, por cerca dos “30 anos gloriosos” – designação de economistas franceses para o período de […]