Boletim AD

AEPET Direto 22/11/2013

Data da publicação: 22/11/2013

Convocação da AGE da Petrobrás para o dia 16/12

O Conselho de Administração da Petróleo Brasileiro S.A. – PETROBRAS convoca os acionistas da Companhia para se reunirem em Assembleia Geral Extraordinária no dia 16 de dezembro de 2013, às 15 horas, no auditório do Edifício-Sede da Companhia, na Avenida República do Chile 65, 1º andar, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), a fim de deliberar sobre as seguintes matérias: I) Discussão sobre a Incorporação da REFINARIA ABREU E LIMA S.A (RNEST) na PETROBRAS; II) Incorporação da Companhia de Recuperação Secundária (CRSec) na Petrobrás; III) Cisão parcial da PETROBRAS INTERNATIONAL FINANCE COMPANY S.A. (PIFCO) seguida de versão da parcela cindida na PETROBRAS.
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AMBEP pede esclarecimentos a Petros sobre temas que preocupam os seus associados

A reunião foi realizada na sede da Petros, dia 8/11, com a presença do presidente da AMBEP, Julio Guedes da Conceição, do vice-presidente, Omar Cardoso Valle, do presidente do Conselho Deliberativo, Walter Villela Vieira, e do diretor Administrativo, Pedro Carvalho. Representaram a Petros, o diretor de Benefícios, Maurício Ruben, o diretor Administrativo, Newton Carneiro, e o assessor da Diretoria Cid Rodrigues. A ausência do presidente da Petros foi explicada por motivo de viagem enquanto que o diretor Financeiro estava em reunião para tratar do caso Lupatech.

No início do encontro foi entregue e protocolada a carta AMBEP 023/2013 destinada ao presidente da Petros com o detalhamento dos itens que seriam abordados na reunião para que aquela instituição forneça informações sobre cada um deles.

O presidente da AMBEP assinalou o motivo da reunião que era o de obter respostas adequadas aos itens indicados na carta, para orientar seus associados. Em seguida, o conteúdo da missiva foi submetida à análise. Como não houve tempo hábil para discussão de todos os itens, somente alguns dados foram fornecidos pelos dirigentes da Petros, a saber:

Separação de Massas – A justificativa dada pela Petros foi que, desde 1978, já havia diferentes massas no plano tais como: participantes com teto de contribuição, caso dos Pós-82, além dos planos criados para as subsidiárias a exemplo da Copesul, PQU, nitriflex, etc. e, posteriormente, as repactuações. A proposta de divisão do patrimônio ainda não foi encaminhada pela Petrobrás ao Dest. Foi informado que a AMBEP poderá receber os estudos relacionados com a divisão do patrimônio do plano.

Situação do Plano Petros – Os dirigentes da Fundação informaram que há um déficit de R$ 5 bilhões no plano, mas que esse déficit é conjuntural.

Fundo de Recuperação de Benefícios – Os diretores do fundo de pensão asseguraram que esta proposta é inócua, pois o plano já possui provisões legais para esse fim.

Estamos aguardando a resposta à nossa carta enviada ao presidente da Petros Luís Carlos Fernandes Afonso, datada de 7/11/2013, cuja cópia publicamos a seguir.
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CEF lucra R$ 5 bilhões de janeiro a setembro

A Caixa Econômica Federal informou nesta quinta-feira que já registrou lucro líquido de R$ 5 bilhões nos nove primeiros meses deste ano. O número foi 19% maior do que o valor apurado de janeiro a setembro do ano passado. No entanto, o comunicado sobre o balanço trimestral da instituição não citou justamente o lucro neste período. Questionada, a assessoria da instituição informou que o lucro no terceiro trimestre foi de R$ 1,9 bilhão.

De acordo com o informativo da Caixa, os ativos totais (próprios e de clientes) administrados alcançaram R$ 1,5 trilhão. O número reflete aumento de 40% da carteira de crédito de janeiro a setembro, que alcançou saldo de R$ 463,4 bilhões.

O banco informou ainda que a contratação de crédito acumulada nos nove meses somou R$ 295 bilhões: 41% a mais do que o registrado no mesmo período de 2012. Para a Caixa, os destaques foram as contratações habitacionais e de saneamento e infraestrutura, que cresceram 36,1% e 113%.
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IV Feira Estadual da Reforma Agrária

Nos próximos dias 9 e 10 de dezembro, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, irá realizar a quarta edição da Feira Estadual da Reforma Agrária, no Rio de Janeiro. O evento acontece no Largo da Carioca, região central da cidade. Uma grande tenda receberá cerca de 100 camponeses e camponesas, que trarão os frutos da luta pela terra para o centro da cidade.

Este ano, a feira recebe o nome de Cícero Guedes, militante do MST assassinado em janeiro, no município de Campos dos Goytacazes. Cícero era referência na produção de alimentos saudáveis, e foi o grande idealizador da feira. Em uma de suas últimas entrevistas, Cícero falou sobre o significado da feira: “É de grande importância para nós dialogar com a sociedade, mostrar os produtos da reforma agrária e falar com a população sobre o que significa essa luta.”

A expectativa é de que sejam comercializadas 25 toneladas de produtos, entre frutas, legumes e verduras in natura, produtos processados, fitoterápicos, mudas, receitas caseiras e camisetas. Quatro cooperativas do MST estarão presentes, além dos camponeses e camponesas vindos de acampamentos e assentamentos das regiões norte e sul do estado, da baixada fluminense e da região dos lagos.

Além do MST, participam da feira agricultores ligados à Articulação de Agroecologia do Rio de Janeiro e ao Movimento dos Pequenos Agricultores. A Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e Pela Vida também estará presente para dialogar com os visitantes sobre os motivos que levam nosso país a ser maior consumidor de agrotóxicos do mundo.

A feira conta ainda com apoio do Sindipetro-RJ, do jornal Brasil de Fato e da editora Expressão Popular.
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A luta política do mensalão
Por Paulo Passarinho

Os últimos lances do processo do mensalão, produzidos pela decisão de Joaquim Barbosa de iniciar a execução das penas contra os réus, causaram fortes reações na sociedade.

A mais importante dessas manifestações de crítica certamente foi o manifesto subscrito por juristas do quilate de Dalmo Dallari e Celso Bandeira de Melo, assim como por intelectuais e dirigentes sindicais ligados ao Partido dos Trabalhadores.

Neste manifesto são levantadas fortes críticas à conduta de Barbosa. Ordem de prisões sem a devida expedição das cartas de sentença; não respeito ao domicílio dos réus e, especialmente, ao direito da prisão em regime semiaberto, para alguns dos condenados; além da falta de procedimentos cautelares em relação a José Genoíno, em fase de recuperação de uma delicada cirurgia cardíaca. As críticas são objetivas e contundentes, com os seus autores lançando até mesmo “dúvidas sobre o preparo ou a boa fé de Joaquim Barbosa na condução do processo”.
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As opiniões expressas são de responsabilidade de seus autores e não refletem necessariamente as posições da AEPET.

COTAÇÃO DO PETRÓLEO

O barril Tipo Brent estava em US$ 108,06 nesta 5ª feira (21/11). Por seu lado o óleo leve negociado em Nova Iorque foi para US$ 93,33 o barril (Oil-Price.Net).

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