Notícia

Petros justifica investimentos no Grupo Galileo

Data da publicação: 07/02/2014

O Conselheiro Deliberativo da Petros, Paulo Brandão afirmou que “o valor comprometido na operação com o Grupo Galileo foi de R$ 24,3 milhões, correspondente a 25% da emissão, dos quais já foram pagos R$ 13 milhões, não havendo até o momento atrasos”. Por este motivo ainda não existem indícios de nenhuma ilegalidade nesta operação do fundo de pensão da Petrobrás”; A informação prestada pela Petros indica que o investimento da se deu através de debêntures públicas, registradas na CVM com classificação A+ da Rating SR. De acordo com Paulo Brandão seguindo o documento veiculado publicamente pelo fundo de pensão da Petrobrás, “a emissão teve como objetivo principal sustentar o programa de transferência de mantenedor e aquisição da totalidade dos ativos de propriedade da SUGF (Sociedade Universitária Gama Filho), e conta com garantia de recebíveis oriundos das mensalidades pagas pelos alunos do curso de Medicina, curso de menos inadimplência. Esses recursos circulam, mensalmente, por uma conta vinculada à operação, onde é retido o equivalente a 1/12 do valor da próxima parcela anual.” Portanto não existe nenhum tipo de desvio de recursos. Em virtude de rumores, no final do ano passado sobre a situação da Gama Filho, A Petros, dentro da estratégia de monitorar os créditos constantes em sua carteira solicitou uma assembleia geral de debenturistas, que foi realizada no dia 29/11/2013 com os objetivos de:

(i) realizar a antecipação do pagamento previsto para dezembro de 2013;

(ii) alterar o Agente de Cobrança, passando do Banco Mercantil para o Banco Bradesco; e

(iii) contratar um auditor para realizar due diligence nos contratos cedidos à operação. T

odos estes itens foram aprovados, tendo a Petros recebido o montante de R$ 6,6 milhões antes do seu vencimento contratual e a Emissora se comprometido em contratar a empresa de auditoria em 45 dias, além de efetivar a mudança do Agente de Cobrança em 90 dias. No último dia 14 de janeiro após o Ministério da Educação declarar o descredenciamento da Universidade Gama Filho (UGF) para exercer as atividades educacionais, o que pode impactar diretamente nos recebíveis do nosso investimento, foi enviada à empresa uma notificação extrajudicial, solicitando esclarecimentos e as medidas para reverter a situação, sob pena de vencimento antecipado da debênture. Na mesma data foi convocada uma assembleia de debenturistas para o último dia 30, a fim de deliberar a respeito do vencimento antecipado da operação.