Os custos para o desenvolvimento do Campo de Libra, primeira área do pré-sal a ser licitada sob regime de partilha, serão mantidos sem correção monetária, afirmou o diretor da Agência Nacional do Petróleo (ANP) Florival Carvalho.
“Tem uma determinação do Tesouro Nacional que não permite indexação”, afirmou o executivo, após apresentar palestra no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ).
A questão é uma das mais questionadas por empresas que estudam participar da licitação, marcada para outubro. A minuta do contrato não prevê a atualização monetária dos investimentos nos nove anos anteriores ao início da produção de petróleo em Libra, prevista para 2022. O risco para as empresas é que haja corrosão dos investimentos em casos de crescimento da inflação.